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ABCD se aproxima da Liga Nacional de Basquete para promover o jogo limpo no NBB

publicado: 25/09/2019 12h45, última modificação: 02/12/2019 18h47

A Liga Nacional de Basquete (LNB) se aliou à Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) para disseminar informações referentes ao jogo limpo em suas competições, em especial o Novo Basquete Brasil, um dos principais torneios de clubes do país. Representantes da ABCD estiveram reunidos na última terça (24.09), em São Paulo, com dirigentes, médicos, técnicos, preparadores físicos e fisioterapeutas dos 16 clubes que integram o NBB.

"Esse é um público que a gente entende como muito relevante para multiplicar o conteúdo sobre antidopagem. Essas oportunidades servem para levar conhecimento sobre o tema para as equipes de apoio aos atletas. Isso dá braços mais longos à ABCD", afirmou Adriana Taboza, coordenadora-geral científica da diretoria técnica da ABCD. "Isso ajuda a desmistificar a questão da antidopagem como algo para punir e fiscalizar. Nossa intenção é proteger e resguardar o atleta", completou Taboza, que também estava acompanhada de Anthony Ruy Moreira, diretor executivo da ABCD.

 

Dirigentes da Liga Nacional de Basquete e da ABCD durante evento realizado em São Paulo. Foto: Divulgação

Durante a conversa, os especialistas explicaram questões referentes ao modelo de coleta, às formas de abordagem dos profissionais da ABCD em competições, o trabalho dos técnicos da entidade e a importância de os atletas e profissionais que trabalham com ele conhecerem e prevenirem o uso de substâncias proibidas.

Para o diretor técnico da LNB, Paulo Bassul, trabalhar em conjunto com a ABCD, que é o braço da Agência Mundial Antidopagem (Wada) no Brasil, é essencial para conferir um alto grau de credibilidade às competições da liga. “Isso é crucial. Garante a justiça esportiva, no sentido de que você define o esporte pelo esporte, sem uso de substâncias proibidas para ter uma certa vantagem. Estamos juntos à ABCD nesse sentido”, disse Bassul.

Técnico do Pinheiros, César Guidetti defendeu que esse tipo de encontro seja recorrente, para garantir que todos estejam sempre atentos às regras específicas. “Esse é o tipo de evento que deve ser feito anualmente, de forma renovável. Todos os profissionais envolvidos, desde os atletas até os dirigentes, precisam estar cientes das condutas. É uma coisa séria, que pode atingir qualquer atleta ou entidade”.

Camila Vasseur/LNB

Camila Vasseur/LNB

Na opinião de Luisa Parente, secretária nacional da ABCD, o basquete é um esporte essencial para ser envolvido nessa discussão, pelo nível de interesse que desperta nos torcedores e por contar com uma ampla comunidade de praticantes. "É uma modalidade importante, com muitos altetas em patamar profissional. É muito bom que eles percebam essa corresponsabilidade. Para o ecossistema do combate à dopagem, é fundamental que todos se vejam como entes responsáveis".

 

Ascom - Ministério da Cidadania, com informações da Liga Nacional de Basquete