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Brasil tenta superar 60 medalhas nos Jogos Sul-Americanos Escolares de Arequipa

publicado: 01/12/2018 20h50, última modificação: 02/12/2019 18h47

O Brasil inicia neste domingo (02.12) a sua participação nos Jogos Sul-Americanos Escolares 2018, em Arequipa, no Peru, com o objetivo de superar o desempenho da edição de 2017, realizada em Cochabamba, na Bolívia. Na ocasião, os atletas brasileiros ficaram em primeiro lugar geral, com 60 medalhas: 26 de ouro, 19 de prata e 15 de bronze. Cerca de dois mil atletas de 12 países que compõem o Conselho Sul-americano do Desporto (Consude) vão competir em terras peruanas de 2 a 7 de dezembro. Os jovens, de 12 a 14 anos, vindos do Brasil, Peru, Argentina, Bolívia, Bonaire, Colômbia, Chile, Equador, Suriname, Paraguai, Uruguai e Venezuela, vão disputar as seguintes modalidades: natação, handebol, voleibol, futsal, tênis de mesa, judô, xadrez, basquete, atletismo.

Para a participação do Brasil nos Jogos, o Ministério do Esporte firmou convênio com a Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE) no valor de R$ 2,02 milhões. A delegação do Brasil conta com 214 pessoas, entre atletas, técnicos, delegados, equipe médica e dirigentes, que participarão de todas as modalidades dos Jogos.

Para o representante do Ministério do Esporte no Peru, Ernany Santos de Almeida, coordenador-geral de Análise de Propostas da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), a parceria com a CBDE vai beneficiar diretamente a representação do país em um evento internacional de grande porte. “A expectativa do Ministério do Esporte é justamente ampliar o apoio ao esporte educacional, visando a integração de nosso país aos demais países participantes, especialmente por permitir o acesso do público-alvo (os estudantes) a ações de natureza esportiva e cultural”, explicou.

O chefe da delegação brasileira no Peru, Éverson Ciccarini, o Vevé, destacou que a meta do Brasil é bater o número de medalhas conquistadas nos Jogos Sul-americanos de 2017. “A expectativa por resultados é muito boa porque a gente traz atletas que são campeões dos Jogos Escolares do Brasil. Além dos campeões nesses eventos promovidos pelo Ministério do Esporte e pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), temos os primeiros ou segundos atletas nos rankings das confederações”, explicou. “Nosso pensamento é melhorar um pouco mais as 60 medalhas conquistadas ano passado e ficar em primeiro ou segundo no quadro de medalhas”, disse. Vevé reforçou ainda a importância social dos Jogos. “Também tem o lado social dos Jogos Escolares para a formação do cidadão. Os atletas podem conhecer outros países, outras culturas”, concluiu.

 

 

A sede

Os atletas competirão em seis locais espalhados por Arequipa: Coliseu Arequipa, Coliseu Municipal Miguel Grau, Piscina Olímpica de Cayma, Estádio Umacollo, Colégio San José, Colégio Sagrado Coração Sophianum. Os Jogos Sul-Americanos Escolares terão a participação de 300 voluntários, 200 árbitros. Essa é a quarta vez que o Peru sedia os Jogos Sul-americanos Escolares. A cidade de Arequipa fica a 2.300 metros de altitude e sua população é de aproximadamente 900 mil habitantes.

 

 

Rafael Brais, de Arequipa
Ministério do Esporte