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CNA apoia a decisão de revisar a Medida Provisória 841

publicado: 17/07/2017 00h00, última modificação: 21/01/2020 16h46
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Foto: Marco Senna/ME

Reunida nesta terça-feira (17.07) no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro, a Comissão Nacional de Atletas (CNA) comemorou a decisão do governo federal de revisar o texto da Medida Provisória 841, que, ao redistribuir os recursos das loterias para financiar a segurança pública, acabou impactando diretamente áreas como esporte e cultura. A CNA foi unânime em apoiar a decisão de editar uma nova MP, o que está previsto para o próximo dia 31.

 

Presidente da CNA, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, abriu a reunião dizendo que essa foi uma grande vitória do desporto do país. "Não poderia ter melhor forma de começar este encontro. O esporte como um todo saiu mais fortalecido", comentou. Vice-presidente da comissão, o ex-velejador Lars Grael endossou as palavras de Zico e, por ter acompanhado o desenrolar das discussões no Congresso Nacional, fez questão de salientar a ajuda de parlamentares para o êxito no resultado final.

 

Participaram também da reunião da CNA nomes que marcaram a história do esporte no país, como a ex-jogadora de basquete Hortência, o ex-surfista Rico de Souza, os ex-ginastas Luísa Parente e Mosiah Rodrigues e o ex-jogador de vôlei Rui Nascimento.

 

Os representantes dos atletas destacaram a força das entidades esportivas para o sucesso da campanha pela revisão da MP 841. Casos da própria CNA, da Confederação Brasileira do Desporto Escolar, da Confederação Brasileira do Desporto Universitário, do Comitê Brasileiro de Clubes, do Comitê Olímpico do Brasil, do Comitê Paralímpico Brasileiro, de confederações e federações. "Essas entidades foram decisivas como agentes de pressão, assim como o foram os atletas que se engajaram nessa luta", frisou Lars.

 

Diante da atuação de parlamentares para o sucesso do movimento pela manutenção dos recursos do esporte, Hortência sugeriu que a CNA produza uma carta de agradecimento a ser enviada a cada um que atuou pela causa no Congresso. A comissão aprovou a ideia por unanimidade.

 

Marco Senna, do Rio de Janeiro