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Jogos Universitários Brasileiros

Fase final dos JUBs reúne 2.500 atletas na disputa de 13 modalidades em Salvador

publicado: 23/10/2019 11h26, última modificação: 17/12/2019 18h16

As competições da fase final dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) tiveram início na segunda-feira (22.10). No primeiro dia, estreiaram o basquete, futsal, handebol e vôlei, modalidades que encerram a competição com as finais no domingo (27). Na terça-feira, a competição teve início para a modalidade acadêmica - disputa de artigos científicos relacionados ao esporte -, além de eSports (FIFA e League of Legends), judô, caratê e vôlei de praia.

 

Aproximadamente 2.500 atletas e técnicos desembarcaram na cidade para participar dos Jogos, no maior evento de esporte universitário da América Latina. Para chegar até a fase final, os atletas participam de edições estaduais, que acontecem ao longo do ano e reúnem mais de 80 mil participantes. Os Jogos atuam ainda como seletiva para competições universitárias internacionais, como a Universíade, que recebe, a cada dois anos, mais de 10 mil participantes de 170 países.

 

No total, 13 modalidades fazem parte do programa da Fase Final. Na quinta, têm início o basquete 3 x 3, cheerleading e natação. É possível conferir os resultados no site da Confederação Brasileira do Desporto Universitário.

 

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Amandinha, eleita cinco vezes a melhor do mundo, é um dos destaques do JUBs. Foto: Jonne Roriz/Light Press/CBDU

 

Destaques

 

A competição recebe alguns atletas de destaque como Amandinha, do futsal. A jogadora também faz parte da seleção principal e foi eleita cinco vezes a melhor do mundo. Márcio Araújo, que conquistou a medalha de prata com Fabio Luiz no vôlei de praia nas Olimpíadas de Pequim, também participa da disputa, mas dessa vez na quadra. O cearense faz parte do time da UniAteneu-CE.

 

No basquete 3x3, novidade para Tóquio 2020, a competição terá a presença de Luana Ariescha, que está em seu 8º JUBs e participou da seleção brasileira no Pan de Lima.

 

Promessas

 

O esporte universitário também serve de trampolim para estudantes-atletas. Vários medalhistas de Jogos Pan Americanos, Mundiais e Olimpíadas passaram pelo sistema CBDU. Na Rio 2016, 53% das medalhas conquistadas pela delegação brasileira foram de atletas que passaram de alguma forma pelo esporte universitário.

 

Economia

 

Além do legado esportivo, os Jogos movimentam a economia na cidade. Em 2018, em Maringá, foram injetados cerca de 15 milhões. Atletas, delegação e comitê organizador ocupam 16 hoteis pela capital baiana. Além de frotas de ônibus e vans alugadas e alimentação.

 

Sustentabilidade

 

Neste ano, a CBDU também desenvolveu um programa de sustentabilidade. Foram colocadas lixeiras para coletiva seletiva no Boulevard dos Atletas - espaço onde os participantes socializam e participam de atividades - e, parte dos resíduos recolhidos será doada para a Cooperativa Recicla Salvador.

 

Fonte: Confederação Brasileira do Desporto Universitário