Notícias

Legado Olímpico

Integrantes da Secretaria Especial do Esporte visitam trabalho de gestão do legado em Deodoro

publicado: 29/04/2020 15h25, última modificação: 29/04/2020 15h25
Administração e conservação de instalações federais na região são feitas pelo Centro de Capacitação Física do Exército com recursos do Ministério da Cidadania

O secretário adjunto da Secretaria Especial do Esporte, André Alves, e o diretor do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte, Leonardo Castro, visitaram na quarta-feira (28.04) as instalações do Parque Olímpico de Deodoro, no Rio de Janeiro, para conhecer de perto o trabalho realizado pelo Exército Brasileiro na gestão do legado olímpico na região.


"Nossa intenção foi conhecer as instalações, entender como vem sendo conduzido o trabalho, estreitar relações e conferir in loco como eles estão gerindo o legado olímpico", afirmou André Alves.

 

Integrantes da secretaria especial do Esporte e da equipe do Exército em Deodoro. Foto: Divulgação


Em Deodoro, o Centro da Capacitação Física do Exército (CCFEx) administra e conserva a Arena Coronel Wenceslau Malta, o Parque Equestre General Eloy Menezes, o Centro de Treinamento de Hóquei sobre Grama e o Centro Militar de Tiro Esportivo Tenente-Coronel Guilherme Paraense, instalações utilizadas durante os Jogos Olímpicos Rio 2016.


Grande parte dos recursos para assegurar o trabalho do Exército vêm da parceria entre a União e CCFEx. Um dos retratos disso foi o Termo de Execução Descentralizada (TEC) publicado no Diário Oficial da União em outubro de 2019, que garantiu R$ 58 milhões para os trabalhos de gestão e manutenção do legado olímpico por 18 meses.


"A Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania tem ajudado a gente a custear todas as missões que o Exército está cumprindo em Deodoro. O CCFEx entende que o legado olímpico não é herança, é algo que a gente precisa conquistar todos os dias. Essa é a maneira que o Exército entende para fazer valer a pena cada centavo empregado nos Jogos Rio 2016", afirmou à época o general André Luiz Allão, chefe do Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx). A partir de maio, Allão será substituído na função pelo general Lima Gil.


Ao todo, o governo federal investiu R$ 951,2 milhões no Complexo de Deodoro, construído inicialmente pelos então ministérios do Esporte e da Defesa para os Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos Rio 2007. Para os Jogos Rio 2016, a região passou por reformas e recebeu novas instalações. À época, a decisão foi abrigar ali modalidades menos conhecidas do público e com potencial de desenvolvimento a partir de boas estruturas, casos do pentatlo moderno, hóquei sobre grama, tiro esportivo e hipismo.


Durante os Jogos Rio 2016, a região de Deodoro, que também reúne instalações geridas pela Prefeitura do Rio de Janeiro, recebeu 11 modalidades olímpicas (hóquei sobre a grama, hipismo salto, hipismo adestramento, hipismo CCE, canoagem slalom, ciclismo mountain bike, ciclismo BMX, tiro esportivo, pentatlo moderno, rúgbi sevens e basquete feminino) e quatro paralímpicas (tiro esportivo, hipismo, esgrima em cadeira de rodas e futebol de 7).


Ascom - Ministério da Cidadania