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Projeto de pesquisa da Universidade Federal da Bahia contribui com a formação de gestores esportivos do estado

publicado: 13/09/2019 14h55, última modificação: 02/12/2019 18h47

Um estado com 417 municípios e a quinta maior área do país, com mais de 567 mil km². A extensão da Bahia, por si só, já é um grande desafio a qualquer pesquisa. Ainda assim, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), ao lado de outras cinco instituições parceiras, encarou a missão e iniciou em maio de 2016 o projeto “Territórios de Identidade e Consórcios: Políticas Públicas de Esporte e Lazer na Bahia”, destinado à formação de gestores esportivos.

A pesquisa é resultado da chamada pública do então Ministério do Esporte, por meio da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), após edital público que criou os 27 Centros de Desenvolvimentos de Pesquisas em Políticas de Esporte e Lazer da Rede Cedes (CDPPEL). O estudo baiano tem encerramento previsto para o fim de outubro deste ano.

Com o estado dividido em 27 territórios de identidade, que é como o governo estadual distingue os espaços por meio de características como ambiente, economia, sociedade e cultura, a pesquisa tem o intuito de realizar uma sensibilização com os gestores esportivos e convencer sobre a importância da política pública de esporte e lazer.

“Primeiro fizemos uma visita a governos eletrônicos (páginas de prefeituras na internet), antes de ir aos territórios e municípios”, explica Cesar Leiro, coordenador do CDPPEL da Bahia, ressaltando que, em diversos casos, as páginas não apresentavam informações atualizadas ou interatividade com o cidadão. A partir daí, teve início o processo formativo dos gestores.

“Temos o objetivo de convencer sobre a importância da política pública, das informações públicas e da ampliação do leque de possibilidades de culturas corporais, como jogos, danças, ginásticas, que é um conceito mais amplo que o do esporte”, aponta. “Buscamos alargar o conhecimento técnico dos gestores sobre a possibilidade que a política pública de esporte e lazer tem, explicar a necessidade de equipamentos recreativos e esportivos para todos os públicos. Queremos que entendam a importância das atividades de cultura corporal, mas também dos equipamentos e da conservação dos que já existem, e com sustentabilidade ambiental”, acrescenta o coordenador.

O processo de formação, criado pela UFBA, terá continuidade com a participação dos gestores no XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (Conbrace) e no VIII Congresso Internacional de Ciências do Esporte (Conice). Os eventos serão realizados em Natal (RN), entre 16 e 20 de setembro, e contam com investimentos de mais de R$ 600 mil do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Especial do Esporte.

A pesquisa conta com a participação de pesquisadores de outras cinco instituições parceiras: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Instituto Federal da Bahia (IFBA), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e Universidade Católica do Salvador (UCSal). Ao término do processo, cada gestor ainda receberá um livro sobre a experiência vivida, que está em fase de elaboração.

“Entendemos que é essencial que as políticas públicas levem em consideração a produção do conhecimento historicamente desenvolvido. Assim, a aliança entre a ciência e o esporte é fundamental para afirmar o esporte como direito de todos e dever do estado”, avalia Cesar Leiro. Por meio da Rede Cedes, a Secretaria Especial do Esporte atua, em interlocução com instituições de Ensino Superior, no fomento à realização de pesquisas científicas e tecnológicas e na divulgação de conhecimentos sobre políticas públicas de esporte e lazer em todo o país, promovendo atividades de formação e qualificação de gestores.

Um estado com 417 municípios e a quinta maior área do país, com mais de 567 mil km². A extensão da Bahia, por si só, já é um grande desafio a qualquer pesquisa. Ainda assim, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), ao lado de outras cinco instituições parceiras, encarou a missão e iniciou em maio de 2016 o projeto “Territórios de Identidade e Consórcios: Políticas Públicas de Esporte e Lazer na Bahia”, destinado à formação de gestores esportivos.

A pesquisa é resultado da chamada pública do então Ministério do Esporte, por meio da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), após edital público que criou os 27 Centros de Desenvolvimentos de Pesquisas em Políticas de Esporte e Lazer da Rede Cedes (CDPPEL). O estudo baiano tem encerramento previsto para o fim de outubro deste ano.

Com o estado dividido em 27 territórios de identidade, que é como o governo estadual distingue os espaços por meio de características como ambiente, economia, sociedade e cultura, a pesquisa tem o intuito de realizar uma sensibilização com os gestores esportivos e convencer sobre a importância da política pública de esporte e lazer.

“Primeiro fizemos uma visita a governos eletrônicos (páginas de prefeituras na internet), antes de ir aos territórios e municípios”, explica Cesar Leiro, coordenador do CDPPEL da Bahia, ressaltando que, em diversos casos, as páginas não apresentavam informações atualizadas ou interatividade com o cidadão. A partir daí, teve início o processo formativo dos gestores.

“Temos o objetivo de convencer sobre a importância da política pública, das informações públicas e da ampliação do leque de possibilidades de culturas corporais, como jogos, danças, ginásticas, que é um conceito mais amplo que o do esporte”, aponta. “Buscamos alargar o conhecimento técnico dos gestores sobre a possibilidade que a política pública de esporte e lazer tem, explicar a necessidade de equipamentos recreativos e esportivos para todos os públicos. Queremos que entendam a importância das atividades de cultura corporal, mas também dos equipamentos e da conservação dos que já existem, e com sustentabilidade ambiental”, acrescenta o coordenador.

O processo de formação, criado pela UFBA, terá continuidade com a participação dos gestores no XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (Conbrace) e no VIII Congresso Internacional de Ciências do Esporte (Conice). Os eventos serão realizados em Natal (RN), entre 16 e 20 de setembro, e contam com investimentos de mais de R$ 600 mil do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Especial do Esporte.

A pesquisa conta com a participação de pesquisadores de outras cinco instituições parceiras: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Instituto Federal da Bahia (IFBA), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e Universidade Católica do Salvador (UCSal). Ao término do processo, cada gestor ainda receberá um livro sobre a experiência vivida, que está em fase de elaboração.

“Entendemos que é essencial que as políticas públicas levem em consideração a produção do conhecimento historicamente desenvolvido. Assim, a aliança entre a ciência e o esporte é fundamental para afirmar o esporte como direito de todos e dever do estado”, avalia Cesar Leiro. Por meio da Rede Cedes, a Secretaria Especial do Esporte atua, em interlocução com instituições de Ensino Superior, no fomento à realização de pesquisas científicas e tecnológicas e na divulgação de conhecimentos sobre políticas públicas de esporte e lazer em todo o país, promovendo atividades de formação e qualificação de gestores.

Ascom – Ministério da Cidadania