Rede CEDES

publicado 17/12/2019 16h36, última modificação 17/12/2019 16h36
  • Apresentação

     

    Os Centros de Desenvolvimento de Esporte Recreativo e de Lazer foram implantados como ação programática do Ministério do Esporte em 2003. Essa iniciativa estava voltada, para o fomento da pesquisa integrada ao Programa Brasil Potência Esportiva - "Estudos e pesquisas científicas e tecnológicas para o desenvolvimento do esporte"-, onde era gerenciada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Esporte. Em 2004, a ação "Estudos e pesquisas", junto com a de "Edição e distribuição de material técnico e científico relacionados ao esporte recreativo e de lazer", transformou-se na Rede Cedes, integrando o conjunto de atividades do Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC) direcionado para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Esporte e do Lazer. O último edital que compreendeu essa integração com o PELC foi publicado em 2011.

     

    Atualmente, está sob a responsabilidade do Departamento de Desenvolvimento e Acompanhamento de Políticas e Programas Intersetoriais de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social/DEDAP, da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social/SNELIS.

     

    O Ministério do Esporte, no ano de 2013, firmou parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio da Chamada ME/CNPq nº091/2013, com vista à seleção de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, voltados para o desenvolvimento do Esporte em suas diferentes dimensões.

     

    Em 2014 houve com a retomada das ações da Rede, com a chamada-convite enviada diretamente aos pesquisadores cadastrados na Rede. Após seleção de propostas para apoio financeiro, esta ação culminou em parcerias para a realização 3 três periódicos, 4 livros e 9 eventos científicos.

     

    Conceito e Funcionamento

     

    Formado por estudos balizados por referenciais teóricos originários das ciências humanas e sociais, a Rede Cedes, opera por meio da interlocução com grupos de pesquisa vinculados às Instituições de Ensino Superior, públicas e privadas sem fins lucrativos.

     

    Quando a Rede foi criada, os grupos de pesquisas das Instituições de Ensino Superior constituíam os Núcleos que visavam produzir e difundir conhecimentos voltados para o aperfeiçoamento e a qualificação de projetos, programas e políticas públicas de esporte recreativo e de lazer por meio da produção e difusão de conhecimentos voltados para a avaliação e o aperfeiçoamento da gestão de políticas públicas de esporte e de lazer.

     

    A Rede Cedes articula-se com o fomento de eventos científicos e tecnológicos, - sob a responsabilidade da SNELIS/DEDAP, por meio da qual são promovidos:

    Periódicos: Apoio a periódicos brasileiros que registram, difundem e compartilham publicamente (por meio impresso e digital) o conhecimento construído nas áreas da Educação Física, do Esporte e do Lazer, contribuindo com o avanço qualitativo dos estudos e experiências desenvolvidas nestas áreas.

    Publicação: produção e difusão de publicações impressas e digitais de esporte e lazer, que possam contribuir com o desenvolvimento científico, tecnológico e pedagógico das políticas públicas nestes campos.

    Repositório da Rede Cedes/Repositório Vitor Marinho: espaço para a preservação da produção da Rede Cedes, implantado pela Rede na Universidade Federal de Santa Catarina, através do arquivamento, discussão, acesso, democratização e publicização das pesquisas e publicações dos seus pesquisadores. O repositório permite o gerenciamento da produção científica na forma digital, dando-lhe maior visibilidade e garantindo a sua acessibilidade ao longo do tempo e um padrão de comunicação rápido, seguro e de qualidade das produções da Rede aos pesquisadores e demais públicos beneficiados.

     

    Nesse universo, a configuração de ações de cooperação e intercâmbio, que viabilizem a comunicação dos grupos de pesquisa e centros de informação e documentação com a comunidade internacional, coaduna-se com o processo de capilarização que a operação em Rede oferece.

     

    Além dessas ações, podemos encontrar no âmbito do Ministério do Esporte a articulação entre a Rede e o CEDIME – Centro de Documentação e Informação do Ministério do Esporte, e ainda, entre a Rede Cedes e os Centros de memória e museus. Esse último visa o apoio à pesquisa, buscando a organização, catalogação, bem como recuperação, preservação, conservação e segurança de acervos.

     

    Completa-se, dessa maneira, um círculo de ações interligadas, que, em conjunto, buscam contribuir para a formação continuada dos gestores públicos e a qualificação dos protocolos de avaliação e monitoramento dos programas esportivos e de lazer, nos distintos níveis governamentais e não - governamentais.

     

    A Rede, portanto, representa um avanço significativo no campo da gestão pública, na medida em que induz a produção e a disseminação do conhecimento em direção aos estados e municípios, alimenta dinamicamente os processos decisórios no campo da gestão de políticas públicas do esporte recreativo e do lazer. Por intermédio da Rede Cedes, direcionam-se esforços no sentido de promover o debate e a articulação desses conhecimentos, rompendo com as ações fragmentadas e dispersas presentes nos sistemas de gestão das políticas públicas de esporte e lazer.

     

    OCedes, como ação programática dos PPAs 2004–2007, 2008-2011 e 2012-2015 traduz o firme compromisso da SNELIS em criar condições que garantam a realização de estudos e pesquisas voltados para o aperfeiçoamento da gestão de políticas públicas de esporte recreativo e do lazer.

     

    Histórico

     

    Conclui-se que, até o momento, a Rede Cedes viveu seis momentos importantes:

     

    O primeiro é representado pelo estabelecimento de parcerias com grupos de pesquisas de Cursos de Educação Física das Universidades públicas brasileiras para apoio a pesquisas voltadas ao esporte recreativo e lazer.

     

    O segundo momento ressaltou-se pela ampliação de apoio ao aprofundamento e à consolidação de pesquisas que qualifiquem a política de esporte e lazer do País, ampliando-se também parcerias com grupos de estudos de Instituições de Ensino Superior particulares sem fins lucrativos.

     

    O terceiro momento foi marcado pela criação, em 2007, de Edital Público anual para seleção de projetos para apoio a pesquisas de esporte e lazer, que, em 2011, realizou sua quarta edição.

     

    No quarto momento da Rede observa-se a ampliação do fomento à pesquisa social sobre Políticas Públicas de Esporte e Lazer e o investimento na gestão do conhecimento produzido pela Rede Cedes, sua ampla sistematização e socialização, busca contribuir com a qualificação das demais ações do PELC e a capacitação de gestores, agentes e estudiosos de esporte e lazer brasileiros e de outros países.

     

    O quinto momento é identificado pela colaboração do Ministério do Esporte e CNPq na chamada ME/CNPq n.091/2013, na qual três linhas de pesquisa foram apoiadas pela Rede Cedes.

     

    O sexto e atual momento ocorre com a Chamada Convite de novos projetos no ano de 2014, além da participação no Edital do Programa de Extensão Universitária (ProEXT) 2015.

  • Rede CEDES

     

    O CEDES é uma ação programática do Ministério do Esporte, gerenciada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Esporte da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social.

     

    Com estudos balizados por referenciais teóricos originários das ciências humanas e sociais e por meio da interlocução com grupos de pesquisa consolidados e/ou em processo de consolidação - vinculados a instituições de ensino superior e/ou institutos de pesquisa e sociedades científicas -, busca implantar novos grupos de pesquisa e estimular os já existentes a produzir e difundir conhecimentos voltados para a avaliação e o aperfeiçoamento da gestão de políticas públicas de esporte e de lazer.

  • Princípios Gerais

     

    Todo o Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC) foi elaborado, considerando princípios, que tiveram como referências:

     

    1. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988:

    1.1. Art. 217 - É dever de o Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um.

    1.2. Art. 218 - O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico, a pesquisa e a capacitação tecnológicas.

     

    2. Lei nº 10.257/01- Estatuto da Cidade:

    2.1. Art. 2 - A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais: garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infra-estrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações;

    2.2. Art. 43, inciso III - garantir a realização de conferências sobre assuntos de interesse urbano, nos níveis nacional, estadual e municipal:

    · órgãos colegiados de política urbana, nos níveis nacional, estadual e municipal;

    · debates, audiências e consultas públicas;

    · conferências sobre assuntos de interesse urbano, nos níveis nacional, estadual e municipal;

    · iniciativa popular de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano.

     

    3. Nos Planos Plurianuais de 2004/2007, 2008/2011 e 2012-2015 dos Governos LULA.

    3.1. Buscam garantir os preceitos constitucionais, tratando a política de Esporte e Lazer como questão de Estado.

    3.2. Buscam assegurar uma nova gestão pública fundamentada na ética, transparência e participação, de forma descentralizada, com controle social e orientada para o cidadão.

     

    4. A Política Nacional de Esporte:

    4.1. Considera o esporte e do lazer como direitos de cada um e dever do Estado;

    4.2. Busca a reversão do quadro atual de injustiças, exclusão e vulnerabilidade social;

    4.3. Busca a universalização e inclusão social;

    4.4. Busca a democratização da gestão e da participação.

  • Diretrizes

     

    1. Fomento a estudos e pesquisas voltados à consecução de políticas públicas de esporte e lazer compreendidas como o aperfeiçoamento da gestão do esporte e do lazer e a promoção da equidade regional no desenvolvimento da ciência no Brasil;
    2. Democratização do acesso às informações e conhecimentos relativos ao esporte recreativo e ao lazer;
    3. Difusão dos conhecimentos produzidos por meio de eventos científicos e tecnológicos, bem como relatórios de pesquisa e publicações produzidas e distribuídas por meios impressos (livros, cartilhas, periódicos) e on-line (Site do Ministério do esporte e Repositório da Rede Cedes/Repositório Vitor Marinho);
    4. Promoção da integração de pesquisadores, grupos de pesquisas, universidades, gestores, agentes de esporte recreativo e de lazer e a sociedade brasileira;
    5. Viabilização de ações de cooperação e intercâmbios nacionais e internacionais, fomentando a produção e difusão de informações e conhecimentos, assim como de trocas de experiências entre pesquisadores, gestores e agentes de esporte e lazer.
  • Finalidades

     

    1. Fomentar a produção e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos e de inovação relacionados à área do Esporte em todas as suas dimensões;
    2. Incentivar a constituição e desenvolvimento de grupos de pesquisa;
    3. Estimular o desenvolvimento, aplicação e transferência de metodologias e tecnologias inovadoras voltadas ao esporte como instrumento de desenvolvimento social;
    4. Apoiar projetos de pesquisa voltados ao acompanhamento e à avaliação das políticas públicas de Esporte;
    5. Estudar o impacto da realização dos megaeventos esportivos na perspectiva da compreensão do legado social, educacional e econômico;
    6. Contribuir para o avanço científico, tecnológico e de inovação do Esporte nacional.
  • Estratégias de Ação
    1. A Rede Cedes reúne grupos de pesquisa consolidados e em consolidação(*), identificados por meio do mapeamento dos grupos existentes nas instituições brasileiras públicas e privadas sem fins lucrativos e agências de fomento à pesquisa e integrados por meio do convênio de projetos de pesquisa induzidos ou semi induzidos, ou seja, selecionados via Chamada Pública específica para este fim.
    2. Publicação dos estudos realizados/apoiados por meios impressos (livros, coletâneas, cartilhas, periódicos, anais) e digitais (CDs, DVDs, vídeos e outros).
    3. Distribuição qualificada das publicações impressas para bibliotecas de Instituições de Ensino Superior, secretarias de esporte e lazer, grupos de estudos e outras entidades, socializando o conhecimento produzido para gestores, pesquisadores e agentes que atuam com o esporte e lazer.
    4. Criação de um Sistema de Rede On Line de Informações (Repositório da Rede Cedes/Repositório Vitor Marinho) para congregar as instituições, os grupos de pesquisa e sociedades científicas que partilham as ações da Rede e dos mesmos interesses e objetivos, permitindo ampla troca de informações e dos conhecimentos produzidos por meio digital.
    5. Análise da consistência dos trabalhos realizados, perfil dos pesquisadores e tendências dos estudos e das formas de difusão do conhecimento produzido pela Rede (Balanço da Produção).


    (*) A Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social entende como grupo consolidado de pesquisa aquele que apresentar: cadastro no CNPq há mais de cinco anos; no mínimo cinco professores pesquisadores, sendo três doutores; produção científica compatível com o tempo de criação do grupo; produção científica de cada pesquisador compatível com o tempo de titulação; ter tido aprovado e realizado, nos últimos três anos, no mínimo dois projetos de pesquisa, financiados por reconhecidas agências nacionais de fomento. Financiamentos internos à instituição de origem do grupo não serão considerados; possuir no grupo alunos com bolsa de iniciação científica ou Pet; ter pelo menos 30% de seus membros envolvidos com programas de pós-graduação e comprovada orientação de dissertações e teses; ter participado, com apresentação de trabalho realizado pelo grupo nos últimos cinco anos, de pelo menos um evento internacional. Grupos em consolidação são os que não atendem ou atendem parcialmente os critérios supramencionados.

  • Objetivos
    1. Produzir pesquisas induzidas e semi-induzidas, visando maximizar o acesso ao conhecimento científico e tecnológico nas áreas da gestão do esporte recreativo e do lazer;
    2. Difundir os resultados dos estudos e pesquisa realizados pela Rede CEDES.
  • Pesquisas Semi-Induzidas e Induzidas

    As pesquisas com temáticas semi-induzidas visam estimular a produção de conhecimentos no campo científico do lazer e do esporte recreativo, tendo como eixos linhas temáticas construídas e atualizadas por meio das demandas nacionais das políticas de esporte e lazer, referenciadas em teorias das Ciências Humanas e Sociais. Diferentemente delas, as pesquisas com temáticas induzidas subsidiam a SNELIS na formulação de políticas nas áreas do lazer e do esporte recreativo, atendendo necessidades que não foram contempladas pelas pesquisas selecionadas por meio do Edital Público.

     

    Dessa forma, é finalidade da Rede Cedes, por meio das pesquisas induzidas e semi-induzidas, oportunizar e estimular grupos em consolidação e pesquisadores a se envolverem com a produção e a difusão de conhecimentos, que versem sobre temas prioritários da política social desenvolvida pelo Ministério do Esporte. A cada ano essas temáticas podem ser modificadas. O detalhamento norteador desses estudos é divulgado em editais. Atualmente são apoiadas as seguintes linhas de pesquisa:

     

    1. Memória do esporte e do lazer: Estudos sobre memórias da educação física, esporte e lazer no Brasil.
    2. Perfil do esporte e lazer de estados, Distrito Federal e municípios brasileiros: Diagnósticos do perfil do esporte e do lazer de municípios, Distrito Federal e estados brasileiros, ampliando dados da Pesquisa realizada pelo IBGE-ME (2003) sobre "Perfil dos Municípios Brasileiros".
    3. Programas integrados de esporte e lazer: Estudos que subsidiem programas intersetoriais das áreas do esporte e do lazer, desenvolvidos nos âmbitos federal, estadual ou municipal, integrados com outras áreas da política social brasileira, como educação, turismo, segurança, saúde, trabalho, juventude, cultura, meio ambiente, desenvolvimento social, dentre outras.
    4. Desenvolvimento de programas sociais de esporte e de lazer: Estudos de alcance nacional, voltados à ampliação da leitura de demandas específicas para o desenvolvimento de programas sociais de esporte e lazer que tratem, especialmente, o esporte de criação nacional e identidade cultural, a valorização de diferenças culturais, as demandas de gênero e etnias/raças, os quilombolas, os indígenas, as populações ribeirinhas, rurais, da região do semi-árido brasileiro, dentre outras prioritárias.
    5. Observatório do esporte: Aprofundamento de estudos relevantes para a Política Nacional do Esporte, tais como: torcidas organizadas, violência no esporte, mídia esportiva, políticas públicas de esporte, legislação (Lei Pelé, Lei Agnelo Piva, Lei de Incentivo ao Esporte, Estatuto do Torcedor, cadeia produtiva do esporte, etc), educação olímpica, esporte escolar e universitário, megaeventos esportivos, futebol, dentre outros temas.
    6. Gestão de esporte e de lazer: Estudos sobre gestão de políticas e programas de esporte e de lazer, considerando planejamento, financiamento, formação e gestão de pessoas, atividades, ação comunitária, animação sociocultural, metodologias, controle social, dentre outros aspectos que podem ser abordados.
    7. Avaliação de políticas e programas de esporte e de lazer: Avaliação de políticas públicas e programas de esporte e lazer desenvolvidos pelo governo federal, em particular os Programas do Ministério do Esporte: Esporte e Lazer da Cidade, Segundo Tempo, Pintando a Liberdade e Bolsa Atleta.
    8. Infraestrutura de esporte e de lazer: Estudos sobre a implantação, manutenção, uso, acessibilidade e novas tecnologias de infra-estruturas públicas de esporte e lazer, considerando demandas e necessidades da população e das políticas desenvolvidas.
    9. Sistema Nacional de Esporte e Lazer: Estudos realizados a partir das deliberações das Conferências Nacionais, Estaduais e/ou Municipais, considerando seus fundamentos e referências, eixos e marcos legais, redes de interações, dentre outros aspectos básicos referentes ao Sistema Nacional de Esporte e Lazer.
  • Manual de Convênio
  • Núcleos

    Os Núcleos da Rede Cedes são instâncias vinculadas às instituições de ensino superior públicas ou particulares sem fins lucrativos, que integram um Grupo ou conjunto de Grupos de Estudos da mesma instituição responsáveis pelas pesquisas apoiadas pelo Ministério do Esporte, balizadas por referenciais teóricos cujas origens são as ciências humanas e sociais, com produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico nas áreas do esporte recreativo e do lazer.

    Até o primeiro semestre de 2014,a Rede Cedes obteve os seguintes resultados:

     

    Pesquisas da Rede Cedes, por Região

    2003 a 2014

     

    Região Estados - DF 2003 - 2010 2011 - 2012 ME-CNPq 2013 – 2014 Subtotal
    Norte 4 3 0 0 3
    Nordeste 7

    24

    1

    2

    27

    Sudeste 4 59 2 5 66
    Sul 3 42 3 2 47
    Centro Oeste 3  + DF 15 0 2 17
    TOTAL 21 Estados - Distrito Federal 143 6 11 160

     

    A Rede Cedes envolveu:

    61 Núcleos (Instituições de Ensino Superior)

    82 Grupos de Estudos sobre Políticas Públicas de Esporte e Lazer 95 coordenadores de pesquisas

     

    A Rede foi implantada em 21 Estados e o Distrito Federal, a saber:

      1. Região Norte: AM; AP; PA; RO
      2. Região Nordeste: AL; BA; PE; RN; MA; PB; SE
      3. Região Sudeste: MG; SP; RJ; ES
      4. Região Sul: RS; SC; PR
      5. Região Centro Oeste: DF; GO; MT; MS

    Núcleos da Região Norte: 06

      1. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
      2. Universidade Federal do Amapá (UFAP)
      3. Universidade Federal do Pará (UFPA)
      4. Universidade Estadual do Pará (UEPA)
      5. Universidade Federal de Rondônia (UFRO)
      6. Universidade Luterana do Brasil de Rondônia (ULBRA-RO)

    Núcleos da Região Nordeste: 13

      1. Universidade Federal de Alagoas
      2. Universidade Federal da Bahia (UFBA)
      3. Universidade do Estado da Bahia (UEBA)
      4. Universidade Estadual de Feira de Santana - BA
      5. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
      6. Universidade Estadual de Pernambuco (UEPE)
      7. Universidade Federal do Vale do São Francisco/UNIVASF - PE
      8. Instituto Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (IFET/RN)
      9. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
      10. Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
      11. Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
      12. Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
      13. Universidade Federal do Sergipe (UFSE)

    Núcleos da Região Sudeste: 21

      1. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
      2. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)
      3. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG)
      4. Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
      5. Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP-MG)
      6. Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG)
      7. Fundação de Ensino Superior de Passos (UEMG)
      8. Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJDR – MG)
      9. Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep-SP)
      10. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp-SP)
      11. Universidade São Paulo (USP-Ribeirão Preto)
      12. Universidade São Paulo (USP-SP)
      13. Universidade São Paulo (USP Leste-SP)
      14. Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul (IMES-SP)
      15. Instituição Educacional São Miguel Paulista - SP
      16. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP -Rio Claro/SP)
      17. Universidade Federal de São Paulo (SP)
      18. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
      19. Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ)
      20. Associação Educacional Veiga de Almeida (AEVA – RJ)
      21. Universidade Gama Filho (UGF-RJ)
      22. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (RJ)
      23. Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

    Núcleos da Região Sul: 12

      1. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
      2. Universidade Federa de Santa Maria (UFSM-RS)
      3. Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos-RS)
      4. Universidade Luterana do Brasil do Rio Grande do Sul (ULBRA-RS)
      5. Universidade Federal de Pelotas – (UFPEL-RS)
      6. Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
      7. Fundação do Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento Social (Univates-RS)
      8. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
      9. Universidade do Contestado – SC
      10. UNESC - Criciúma
      11. Universidade Federal do Paraná (UFPR)
      12. Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR)

    Núcleos da Região Centro Oeste: 07

      1. Universidade de Brasília (UnB - DF)
      2. Universidade Católica de Brasília (UCB - DF)
      3. Universidade Federal de Goiás (UFG)
      4. Universidade Estadual do Mato Grosso (UNEMAT)
      5. Universidade Federal do Mato Grosso – (UFMT)
      6. Universidade Católica Dom Bosco (UCDB - MS)
      7. Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – MS
  • Pesquisas Realizadas e em Andamento 2003 - 2010

    » Região Norte

      1. Diagnóstico do esporte e lazer da Região Norte Brasileira: o existente e o necessário (UFAM, UFPA e ULBRA/RO)
      2. Criação do núcleo da Rede Cedes na UFRO
      3. Futebol Karipuna: um estudo fotoetnográfico sobre futebol e a vida cotidiana nas aldeias Karipuna (UFAP)

     

    » Região Nordeste

      1. Centro de Desenvolvimento do esporte recreativo e do lazer na cidade de Salvador e campo - recôncavo baiano (UFBA)
      2. Esporte e lazer no campo e na cidade: os mutirões e círculos populares de esporte e lazer (UFBA)
      3. Formação continuada de militantes culturais de esporte e lazer no campo e na cidade: os mutirões e círculos populares de esporte e lazer (UFBA)
      4. Políticas públicas e ordenamento legal em esporte e lazer: sistema nacional em rede (UFBA, IMES e UFG)
      5. Rede de desenvolvimento de políticas públicas de esporte e lazer no Brasil (UFBA)
      6. Observatório da mídia esportiva: repercussão das políticas públicas na mídia impressa (UFBA)
      7. Lazer e intervenção no campo popular: construindo caminhos e consolidando ações. (CEFET/RN)
      8. Na contramão da disciplinalização dos corpos: as atividades lúdicas, as unidades de saúde da família e a intersetorialidade (CEFET/RN)
      9. Política pública de lazer: o Estado e o cotidiano urbano (CEFET/RN)
      10. Esporte, lazer e educação: como se associam essas demandas das políticas públicas e como se materializam em programas governamentais e não governamentais (UFPE)
      11. Lazer e atividades esportivas na região metropolitana do Recife: diagnóstico e estudo dos determinantes ambientais e sociais (UEPE)
      12. Atividades do núcleo da Rede Cedes na UFPE (UFPE)
      13. Lazer e esporte: práticas lúdicas inclusivas (UFPE)
      14. Políticas públicas de esporte e lazer: um estudo sobre o perfil do município de São Luiz/MA (UFMA)
      15. Esporte e lazer de inclusão social (UFMA apoio FINEPE)
      16. Projeto "Portas abertas para o lazer": a cultura lúdica nas comunidades de bairro (UEPB)
      17. Implantação e funcionamento da Rede Cedes (UFSE)
      18. Políticas públicas de esporte e lazer no Estado da Bahia: Diagnóstico e intervenção no Território18 (UEBA)
      19. Sistema Nacional de Esporte e Lazer: mecanismos de participação popular e controle social da Região Nordeste do Brasil (UFMA)
      20. Lazer e corpo: as expressões artísticas e culturais do corpo nas festas populares baianas (UEFS)
      21. Futebol de pelada nos vazios urbanos: lazer, sociabilidade e resenha (UFAL)
      22. PROJETO ORLA: análise dos espaços e equipamentos de esporte e lazer da praia de Atalaia em Aracaju/SE (UFSE)
      23. Dança, lazer e cultura: um cenário da zona rural da Paraíba (UEPB)
      24. Cidade, educação física e "sport": uma história da introdução das práticas da educação física e esportivas em João Pessoa, Recife e Natal (UFPB)
      25. Formação continuada de militantes culturais de esporte e lazer no campo e na cidade: os mutirões e círculos populares de esporte e lazer (UFBA)
      26. Avaliação de variáveis biomecânicas e fisiológicas de pessoas que praticam atividade física nas cidades de Petrolina/PE e Juazeiro/BA para a promoção da saúde (UNIVASF)
      27. Memórias do Curso de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe: trajetórias de formação (1975-2009) (UFSE)
      28. Mídia-educação física em tempos de megaeventos esportivos: impactos sociais e legados educacionais (UFRN)
      29. O papel dos partidos na difusão do PELC/ME (UNIVASF)

     

    » Região Sudeste

      1. Levantamento de produção acadêmica acerca do futebol nas ciências humanas e sociais (UFMG)
      2. Levantamento e análise das torcidas organizadas de Minas Gerais (UFMG)
      3. Avaliação de políticas e políticas de avaliação: possibilidades para o esporte e o lazer (UFMG)
      4. Lazer e formação profissional: análise da política de formação profissional em lazer em secretarias de esporte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (UFMG)
      5. O CELAR e os estudos de lazer: compartilhando conhecimentos (UFMG)
      6. Lazer, idosos e inclusão social: explorando o potencial dos interesses turísticos na perspectiva da animação sociocultural (UFMG)
      7. Lazer na América Latina (UFMG)
      8. A infância, a cidade e a educação: questões para o esporte e o lazer (UFMG)
      9. Eu vou contar uma história... Memórias de esportes e ruas de recreio em Minas Gerais (1940-1970) (UFMG)
      10. Memória da Educação, Esporte e Lazer (UFMG)
      11. Metodologia para inclusão dos jovens de Ribeirão das Neves: diagnóstico para implantação do PELC PRONASCI (PUC Minas)
      12. Avaliação dos programas PELC e Segundo Tempo: verificação de resultados e elaboração de método avaliativo (PUC Minas)
      13. Esporte, lazer e modernidade em Juiz de Fora – 1880-1930 (UFJF)
      14. Projeto de criação do NUTESES (UFU)
      15. Criação do núcleo da Rede Cedes na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ (UFRJ)
      16. Memória do esporte na imprensa: século XIX – década de 1910 (UFRJ)
      17. Esporte e arte: diálogos (UFRJ)
      18. Animação cultural: conceitos e linguagens artísticas (UFRJ)
      19. Lazer e cidade (UFRJ)
      20. História das práticas corporais e de lazer na modernidade e contemporaneidade (UFRJ)
      21. Rede Cedes em Niterói (UFF)
      22. Prevenindo as quedas hoje evitará que o próximo a cair seja você – terceira idade (UFF)
      23. Os esportes na natureza (UFF)
      24. Investigando as lutas como recurso pedagógico (UFF)
      25. A paixão vigiada: o policiamento de torcidas no Brasil e Inglaterra (UFF)
      26. Mapeamento das instalações esportivas da cidade de Niterói (UFF)
      27. Equipamentos de lazer e esporte: relações entre a cidade sede e as de pequeno porte e médio porte – subsídios para políticas públicas em regiões metropolitanas (Unimep)
      28. A cidade como equipamento de lazer: possibilidade do lazer na contribuição para preservação e revitalização do patrimônio ambiental urbano: os casos de Piracicaba e Campinas (Unimep)
      29. Lazer no município: formação e desenvolvimento de quadros (Unimep)
      30. Caracterização do torcedor organizado e a atuação da mídia esportiva (Unicamp)
      31. Jogo, celebração, memória e identidade: reconstrução da trajetória de criação, implementação e difusão dos jogos indígenas no Brasil – 2006 a 2007 (Unicamp apoio MEC)
      32. Políticas sociais de esporte e lazer na região do Grande ABC: mapeamento e análise crítica (IMES/SP)
      33. Observatório de políticas públicas sociais de esporte e lazer do Grande ABC – 2004 (IMES/SP)
      34. Avaliação, prevenção e controle de doenças crônico-degenerativas por meio das práticas desportivas recreativas (USP/RP)
      35. Políticas públicas de esporte e lazer no Espírito Santo: abordagens quantitativas e qualitativas (UFES)
      36. Atividade física e esporte por meio de jogos eletrônicos na Paralisia Cerebral (USP)
      37. Gestão de Esporte e de Lazer: análise dos espaços e equipamentos de esporte recreativo e de lazer na Zona Leste de São Paulo (USP Leste)
      38. Lazer e esporte em Ouro Preto e Mariana: estudo de espaços e equipamentos (UFOP)
      39. Análise do perfil dos torcedores organizados de Minas Gerais (UFMG)
      40. Lazer e Educação Física: textos didáticos para a formação de profissionais do lazer (Unimep)
      41. Implicações de um programa de lazer físico-esportivo sobre a qualidade de vida e aspectos fisiológicos de crianças obesas (IESMP) – Instituto Educacional São Miguel Paulista - SP
      42. Formação de recursos humanos para a área do Lazer na América Latina (UFMG)
      43. Trajetória histórica das políticas públicas de esporte em Minas Gerais: 1938-2006 (UFMG)
      44. As práticas de lazer na cidade de São João del Rei: uma análise dos espaços públicos de lazer oferecidos aos munícipes pelo poder público (UFSJDR)
      45. Avaliação de resultados do Programa Esporte e Lazer da Cidade em Minas Gerais (UFV)
      46. Levantamento da infra-estrutura de esporte e lazer dos municípios que compõem a 25ª DR de Santa Catarina, nas áreas rurais e urbanas (Universidade do Contestado)
      47. Garimpando memórias dos esportes: mapeando histórias de esportivização (PUC Minas)
      48. Memória do esporte universitário em Viçosa (UFV)
      49. Coleção história oral: memória de esportes e ruas de recreio (1940-1980) (UFMG)
      50. A realidade pública do esporte nos municípios da região Médio Rio Grande do estado de Minas Gerais (UEMG) – Fundação de Ensino Superior de Passos
      51. Mapeando os espaços e equipamentos de lazer da cidade de Niterói/RJ e as formas de apropriação desses espaços pelas populações locais (UFF)
      52. Relações intersetoriais nas políticas púbicas de esporte e lazer: os convênios entre governo do estado e municípios no Estado do Espírito Santo (UFES)
      53. Diagnóstico das políticas públicas de esporte e lazer na Região dos Lagos (AEVA – RJ)
      54. História e memória do esporte em Juiz de Fora (UFJF)
      55. Gestão da Informação sobre Esporte Recreativo e de Lazer: Balanço da Rede (UNESP Rio Claro)
      56. Gestão da informação sobre políticas públicas de esporte e lazer: impactos social e científico da Rede Cedes (Unesp – Rio Claro)
      57. Torcedores: vida, paixão e morte no país do futebol (UFRRJ)
      58. Políticas sociais de esporte e lazer: uma análise da formação no Programa Esporte e Lazer da Cidade (UFMG)
      59. Esporte e lazer no contexto da política de assistência estudantil das universidades públicas federais brasileiras: limites e possibilidades (UFSP)
      60. O conteúdo esportivo em projetos socioeducativos: indicadores de impacto do programa segundo tempo (Unicamp)

     

    » Região Sul

      1. Estudo sociodiagnóstico sobre gênero e etnia em programas de esporte e lazer: subsídios para políticas públicas inclusivas - PELC e Segundo Tempo (UFRGS e UGF/RJ)
      2. A obra de Inezil Penna Marinho e sua repercussão para a educação física e o lazer no Brasil (UFRGS)
      3. Restauração e digitalização de acervo sobre memória do esporte no Brasil (UFRGS)
      4. Mapa de distribuição de práticas sociais vinculadas ao universo da cultura de movimento corporal no tempo livre em Porto Alegre: estratificação por classe social, cor de pelo e gênero (UFRGS)
      5. Políticas de promoção da saúde na gestão do lazer em Porto Alegre (UFRGS)
      6. Quem sou eu? Pergunta a educação física no trabalho com a terceira idade (UFSM)
      7. Mapeamento de programas e projetos governamentais e não governamentais de inclusão social através do esporte e lazer em Ijuí, Porto Alegre e Santa Maria (UFSM)
      8. Diagnóstico das manifestações de esporte e lazer do campo e da cidade (UFSM)
      9. Programa Segundo Tempo na cidade de Pelotas: percepção dos gestores e da comunidade (UFPEL)
      10. Projeto Escola Aberta no Rio Grande do Sul: gestão 2003-2006 (UFPEL)
      11. A invenção da ESEF da UFPEL: memórias de uma instituição (UFPEL)
      12. Redes de sociabilidade juvenil; observando lazeres e identidades juvenis nos municípios de São Leopoldo, Canoas e Santa Maria (ULBRA/RS, Unisinos e UFSM)
      13. Mapa da juventude: um estudo sobre as atividades de lazer dos jovens de Santa Maria, São Leopoldo e Canoas/RS (UFSM, Unisinos e ULBRA/RS)
      14. Políticas públicas de lazer para a terceira idade no município de Rio Grande (FURG)
      15. Espaços esportivos de lazer e sociabilidade: um estudo etnográfico (Unisinos)
      16. Um olhar sobre o Segundo Tempo no Rio Grande (FURG)
      17. Políticas públicas de lazer em Rio Grande: 1997-2008 (FURG)
      18. Políticas públicas para educação física na cidade de Rio Grande: onde a política é o esporte (FURG)
      19. Observatório de políticas públicas da cultura corporal (FURG)
      20. As instituições municipais da cidade de Rio Grande e suas ações setoriais no âmbito do lazer (FURG)
      21. Estudo do cenário de gestão do esporte e lazer (Univates)
      22. As práticas corporais no contesto contemporâneo (UFSC)
      23. Produção do conhecimento sobre capoeira: abordagens e tendências (UFSC)
      24. Esporte e cultura (UFSC apoio Finepe)
      25. O acadêmico e o popular nas práticas corporais: diálogos entre diferentes saberes (UFSC)
      26. Observatório da mídia esportiva: acompanhamento e análise da cobertura jornalística do esporte recreativo e do lazer na mídia catarinense (UFSC)
      27. Os jogos panamericanos Rio 2007 e o discurso midiático-esportivo: observação e analise da cobertura na mídia nacional (UFSC)
      28. Diagnóstico das políticas públicas do esporte e do lazer do estado do Paraná (UFPR)
      29. Observatório de políticas públicas de esporte e lazer (UFPR)
      30. Análise e desenvolvimento do esporte e lazer em comunidades quilombolas no Paraná (UEM)
      31. Políticas públicas de esporte e lazer em comunidades indígenas no Paraná (UEM apoio MEC)
      32. Projetos sociais esportivos e a produção de uma Política Pública de Esporte (UFRG)
      33. Políticas Públicas do Esporte e Lazer em Curitiba (UFPR)
      34. Valores e atitudes pró-sociais do esporte do sul do Brasil (UFRGS)
      35. Diagnóstico dos jogos tradicionais do campo e da cidade do estado do Rio Grande do Sul (UFSM)
      36. Demandas de esporte e lazer para a juventude: um estudo diagnóstico nos municípios de Novo Hamburgo e Santa Maria/RS (UFSM)
      37. O Brasil na Copa, a Copa no Brasil: antecipação, visibilidade, associações. Os agendamentos para 2014 (UFSC)
      38. Mapa do lazer juvenil: in/exclusão no lazer de jovens nos municípios de São Jerônimo, Charqueadas e General Câmara (ULBRA – RS)
      39. PELC - Vida Saudável: avaliando seu impacto na vida do cidadão e na política pública (UNISINOS)
      40. Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1940-2010): mapeando cenários da formação profissional e da produção do conhecimento em políticas de esporte e lazer (UFRGS)
      41. Diagnóstico dos espaços públicos de esporte e lazer da região da AMREC (UNESC de Criciúma)
      42. III Encontro Pan-americano de Jogos e Esportes Tradicionais (UFSM)
      43. Análise dos agentes públicos do Sistema Nacional de Esporte (UEM)

     

    » Região Centro Oeste

      1. Manifestações da cultura corporal em comunidades quilombola: um acervo inicial no estado de Goiás (UFG, UnB)
      2. Sistema nacional de esporte e lazer: sobre o tema do financiamento (UFG)
      3. Uma análise da Conferência Nacional de Esporte: a centralização e a descentralização, a quantidade e a qualidade e o publico e o privado (UFG)
      4. Observatório do torcedor, mídias e políticas de esporte e lazer no DF (UnB)
      5. Políticas públicas para o lazer no Brasil (UnB)
      6. Esporte e lazer: a cidadania em construção. Análise do PELC (UnB apoio Finepe)
      7. Produção do conhecimento sobre as práticas corporais indígenas e suas relações com os Jogos Indígenas no Brasil (UNEMAT, UEPA, Unicamp, UnB, UFSC, UCDB, UFAM, UFRN)
      8. Impacto das políticas públicas de esporte e lazer na região do Aero rancho – Campo Grande/MS (UCDB)
      9. Lazer e cultura em Goiânia (UFG)
      10. Equipamentos públicos de lazer em Campo Grande - MS: distribuição geográfica, interesses culturais, acessibilidade e animação sociocultural (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – MS)
      11. Os espaços e equipamentos específicos de lazer de Campo Grande/MS: a ordenação do solo urbano (UCDB - MS)
      12. O esporte e lazer no município de Sinop-MT: um estudo de sua manifestações na cidade e no campo (UFMT)
      13. Lazer e gênero: processo educativo de mulheres negras-empobrecidas e políticas públicas (UCB)
      14. Análise comparativa do perfil da formação profissional em educação física: a América Latina em foco (UFG)
      15. Estudo sobre investimentos e legados da copa do mundo de 2014 em Cuiabá/MT (UFMT)
  • Chamada Pública - Rede CEDES

    Chamada Pública

    Apresentação de proposta de estruturação e funcionamento dos Centros de Desenvolvimento de Pesquisas em Políticas de Esporte e Lazer, da Rede Cedes.

     

    Objeto

    O presente chamamento público tem por objetivo selecionar projetos que receberão recursos do Orçamento Geral da União, com vistas à estruturação e ao funcionamento de até 27 "Centros de Desenvolvimento de Pesquisas em Políticas de Esporte e Lazer da Rede CEDES", sendo um (01) para cada unidade da federação (26 estados e o Distrito Federal).

    Os "Centros de Desenvolvimento de Pesquisas em Políticas de Esporte e Lazer da Rede CEDES" são polos aglutinadores de Grupos de Pesquisa vinculados à Rede CEDES, pertencentes a Instituições de Ensino Superior da unidade da federação (Estados e Distrito Federal), tendo em vista o desenvolvimento de ações acadêmico-científicas articuladas em níveis local, estadual e regional, com o objetivo de produzir e socializar conhecimentos que contribuam com a qualificação das políticas públicas, programas e projetos esportivos–educacionais e de lazer de inclusão social, em execução ou a serem desenvolvidos no País.

     

    Definições

    O Programa Rede CEDES, executado pela SNELIS/ME em parceria com um conjunto de Instituições de Ensino Superior, fomenta pesquisas fundamentadas nas Humanidades, visando à qualificação das políticas públicas de esporte e lazer.

     

    Quem participa 

    Instituições de Ensino Superior públicas que possuam Grupos de Pesquisa cadastrados no Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) do CNPq.

     

    Inscrições

    Abertura: 20/07/2015

    Encerramento: 29/08/2015

     

    Veja cronograma abaixo:

     

    ETAPAS

    PRAZOS

    Primeira Fase

    Publicação do Edital

    20/07/2015

    Período de inscrição das propostas

    20/07/2015 a 29/08/2015

    Segunda Fase

    Análise documental e avaliação de mérito das propostas

    02/09/2015 a 05/09/2015

    Homologação e publicação das propostas a serem financiadas       

    10/09/2015

    Prazo para interposição e julgamento de eventuais recursos

    24/09/2015

    Divulgação do resultado final

    26/09/2015

     


     

     

    Resultado Final - Diário Oficial da União

    Portaria nº 3, de 1 de outubro de 2015

    Orientações para Celebração do Edital da Rede Cedes

     

    Comunicado Importante

    Resultado Chamada Pública REDE CEDES

    » Anexo II 

    » Anexo III 

    Portaria n° 3, de 17 de Setembro de 2015 

    Documentação 

    Ata de Reunião

    Plano de Trabalho - Anexos I e II 

    Declaração de Capacidade Técnica 

    Declaração de Custos compatíveis com os preços de mercado 

    Termo de Compromisso 

    Termo de Execução Descentralizada

     


     

    Edital 

    Extrato de Publicação 

    Retificação do Aviso do Chamamento Público

    Lista dos Pesquisadores Doutores da Comissão Nacional de Avaliação

    Passo a passo

    Anexo 1

    Anexo 2

    Anexo 3

     

  • Como Participar

    Chamada Pública - Informações do Coordenador do Projeto

     

    Informamos que as inscrições para o Chamada Pública do REDE CEDES 2011 estaram abertas a partir do dia 22/10/2011 e terminam em 09/11/2011 às 19 horas (horário de Brasília)
    » Edital Publicado em 21/10/2011

  • ProEXT

    O Programa de Extensão Universitária (ProExt), ação interministerial da qual participa o Ministério do Esporte, é coordenada pelo MEC/SESu e tem o objetivo de apoiar as instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas ou projetos de extensão que contribuam para a implementação de políticas públicas, com ênfase na formação dos alunos e na inclusão social nas suas mais diversas dimensões, visa aprofundar ações políticas que fortaleçam a institucionalização da extensão no âmbito das Instituições Federais, Estaduais e Municipais de Ensino Superior.

     

    Criado em 2003, o ProExt abrange a extensão universitária com ênfase na inclusão social e objetiva potencializar e ampliar os patamares de qualidade da extensão universitária na formação dos alunos associando a sua natureza pedagógica à missão das Instituições de Ensino Superior públicas.

     

    De acordo com o Edital ProEXT 2015, entende-se como Projeto de Extensão o conjunto de ações processuais contínuas, de caráter educativo, social, cultural ou tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado. Por outro lado, Programa de Extensão é o conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão, de caráter multidisciplinar e integrado a atividades de pesquisa e de ensino. Tem caráter orgânico-institucional, integração no território e/ou grupos populacionais, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo por alunos orientados por um ou mais professores da instituição.

     

    Edital - Clique aqui

     

    Linha de Pesquisas apoiadas pelo Ministério do Esporte no Edital ProEXT 2015:

    13: Esporte e Lazer

    Subtemas:

    13.1 - Esporte e lazer: a) Esporte e lazer com as populações em situação de risco e vulnerabilidade social; b) Esporte e lazer com crianças, adolescentes e jovens; c) Esporte e lazer com adultos; d) Esporte e lazer com idosos; e) Esporte e lazer com indígenas, quilombolas, ribeirinhos, moradores em regiões rurais; e) Esporte e lazer na Cultura escolar, no esporte escolar e universitário.

    13.2 - Acesso ao esporte e lazer de pessoas com deficiências: a) Esporte paraolímpico; esporte, lazer e atividades físicas adaptadas para pessoas com deficiências, buscando a criação, o aprimoramento de conhecimentos, ampliação e diversificação de oportunidades de práticas.

    13.3 - Tecnologias de esporte e lazer: a) Desenvolvimento de tecnologias de ensino/treinamento e materiais/equipamentos para a prática do esporte e do lazer. Condições de participação: as propostas deverão se caracterizar pela inovação tecnológica, viabilidade, acessibilidade e utilidade.

    13.4 - Jovens atletas: a) Pesquisa ação sobre detecção de jovens vinculados a projetos sociais esportivos, que se destacam potencialmente nas capacidades inerentes ao esporte, e estímulo ao preparo para o esporte de rendimento.

    13.5 - Gestão de políticas públicas de esporte e lazer: a) pesquisa ação para o desenvolvimento de modelos de avaliação e monitoramento da gestão de programas de intervenção social por meio do esporte e do lazer; b) Formação e aprimoramento de gestores e profissionais da Educação Física, do Esporte e Lazer; c) Formação de lideranças para trabalho comunitário de esporte e lazer.

    13.6 - Manifestações culturais: Pesquisa ação para o desenvolvimento de programas de intervenção social, evidenciando as diferentes manifestações culturais lúdicas (dança, ginásticas, teatro, circo, cinema, entre outras).

    13.7 - Legado olímpico: a) Formação de voluntários para atuar em megaeventos de esporte e lazer; b) capacitação de recursos humanos para atender demandas governamentais com vistas à realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio2016; c) desenvolvimento de projetos ou programas educativos para valores olímpicos; d) produção de material didático/pedagógico impresso e/ou digital para educação olímpica; e) educação olímpica por meio do esporte; f) centros de memória como espaços de educação olímpica; f) Legados sociais, ambientais e esportivos.

    13.8 - Infraestrutura, megaeventos, futebol e direitos do torcedor: a) pesquisa-ação com vistas à contribuição e melhoramento do futebol, das Modalidades Olímpicas e Paralímpicas e dos eventos olímpicos e paralímpicos como um todo no Brasil, entre eles o incentivo a uma cultura de respeito e qualificação dos direitos do torcedor e os preparativos dos Megaeventos da Copa do Mundo da FIFA 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, bem como a infraestrutura adequada para o fomento dos esportes em suas diferentes manifestações e lazer em geral; b) estudos e pesquisas dos megaeventos, economia e cadeia produtiva.

    13.9 - Mídia, memória, história e documentação: a) pesquisa-ação com vistas às ações de colaboração e cooperação entre o Ministério do Esporte e demais ministérios, estados e municípios, poderes executivo e legislativo, no que tange as políticas públicas de esporte e lazer nas suas dimensões da gestão ermanente da informação e disseminação do conhecimento nesta área; b) estudos e pesquisas sobre mídia e gestão da informação e disseminação do conhecimento do Esporte e Lazer; c) estudos e pesquisas sobre a memória e história da Educação Física, esporte e lazer.

  • Observatório do Torcedor

    O "Observatório do Torcedor" (OT), desenvolvido por universidades brasileiras que integram a Rede Cedes (Centro de Desenvolvimento do Esporte Recreativo e de Lazer), propõe promover mediações entre pesquisadores, torcedores e organizadores do espetáculo esportivo, por meio de atividades de investigação, catalogação, monitoramento e análise de informações sobre os aspectos elencados pelo Estatuto da Defesa do Torcedor (EDT). Parte da premissa de que o esporte é um dos direitos sociais, implicando políticas com qualidade tanto na instância da prática como do conhecimento e da assistência. Reconhece a necessidade de implementação do Estatuto da Defesa do Torcedor como um dos fatores de conquista do direito ao esporte, que requer ações continuadas que contribuam com o conhecimento, o aperfeiçoamento e a aplicação desse Estatuto, incentivando o debate crítico sobre questões polêmicas e resultados levantados em seus estudos - suas causas e efeitos -, bem como sugerindo encaminhamentos que permitam qualificar a aplicação deste Estatuto.

  • Links